O sociólogo italiano Domenico De Masi, falecido há poucos anos, inventou o termo "Ócio criativo" não se trata de preguiça.
A ocupação de nosso tempo se dá em três categorias: trabalho, para gerar Riqueza; estudo: para gerar Conhecimento; lazer: para gerar bem-estar e alegria.
A tecnologia ampliou o tempo do lazer. Já tivemos época, na Revolução Industrial, em que a jornada de trabalho variava de 12 a 16 horas, começando às 5h da manhã, com 30 minutos para o almoço.
Mulheres e crianças trabalhavam intensamente, ganhando menos. O patronato sempre foi escravocrata.
Atualmente, o lazer tornou-se uma mercadoria, facilitada pelo ócio proporcionado pela tecnologia, mas os patrões usam mais esse ócio do que os empregados.
Daí, a proposta da jornada 5x2, para haver uma democratização do descanso. A jornada mais curta de trabalho agrada às empresas que atuam no lazer, na cultura, no
esporte e no turismo. Com a folga, o mercado ficará mais amplo. Neste Primeiro de Maio, a redução de jornada será a pauta mais forte nos discursos dos sindicalistas.
Afinal, a condenada preguiça é sinal de corpo cansado, espírito estressado, precisando de ócio.
DONALD TRUMP É NERO REENCARNADO?
Não sabemos, temos dúvidas, se Nero de fato incendiou Roma ou se foi fruto do acaso e caiu nas costas dele; carrega um fardo histórico.
Quando Trump ameaçou com palavras duras acabar com a raça iraniana, estava pensando em soltar a bomba atômica sobre o Irã. Corre-se pela internet que Trump pediu ao general o código atômico, mas lhe foi negado.
Parece que essa dúvida vai ficar na história da humanidade. Se eu acreditasse em reencarnação, eu diria que Trump é Nero reencarnado, piorado, porque ele quer destruir o mundo.
PREFEITURA DE OSASCO DESCARTA LIVROS IRREGULARMENTE.
Prefeito: Gerson Pessoa (Podemos). Eleito com 75% no primeiro turno. Certamente o prefeito não ficou sabendo; há um secretário de Cultura e uma bibliotecária responsável com formação superior. Nisso tudo, o que vai arder será o lombo do prefeito.
Em último caso, leve o livro para a reciclagem e o papel. Uma forma de não jogar livro no lixo é criar pontos de leitura nos lugares de alta frequência de público pela cidade. As pessoas pegam livros e levam para casa, devolvendo ou não após leitura.
Ou também doar seus livros ao ponto. Conforme as pessoas vão doando livros, juntam-se muitos títulos repetidos. Não se pode pôr livros com informações desatualizadas nos pontos deleitura.
Livros ultrapassados vão para a reciclagem de papel *Hélio Consolaro é professor, jornalista e escritor. Foi secretário de Cultura de Araçatuba por oito anos.

